Quero fazer um curso de idiomas. Qual a melhor opção?



Na hora de decidir onde fazer aquele tão desejado curso de de idioma, em virtude de tanta opções e promessas mil, é comum às pessoas o confronto com a grande dúvida: Qual a melhor opção?

Bem, aqui vão algumas dicas úteis.

1 - Propaganda: Fazer muita ou pouca propaganda não faz um curso melhor ou pior, mas lembre-se: Todo e qualquer custo incide no preço do curso que você escolher. Propagandas, mesmo aquelas no Google, custam caro, e o custo vai para o preço, mesmo que não contribua direta nem indiretamente para a qualidade das aulas.

2 – Métodos: Pesquisas recentes têm trazido enormes contribuições para a elaboração de métodos mais eficazes, mas nem tudo que reluz é ouro. Isso, contudo, não que dizer que vocês está impedido de fazer uma avaliação adequada da escola em que pretende cursar. Você pode orientar-se pela reputação dos autores e editoras que publicam seu livros. Certamente, vocês já ouviu falar do prestígio da Universidade de Oxford ou da editora Macmillan entre algumas poucas outras. Boa reputação e sempre um bom sinal.

3 - Instrutores: Esse é um elemento indispensável a um bom curso. Um bom instrutor precisa ter sólidos conhecimentos da língua, mas, também de boa didática, sólidos conhecimentos de gramática, noções de linguística, liderança e relações humanas, além de ser culturalmente eclético. Para melhor avaliar os instrutores, considere seus diplomas ou certificados, mas canudo não é tudo. Avalie, também, a credibilidade das instituições certificadoras e peça referências a amigos e, ou conhecidos que tenham estudado na escola de seu interesse. Se os instrutores são ou não nativos não é relevante pois o que importa é qualificação. Ou você conhece algum médico, programador de computador, ou psicólogo nativo no desempenho de suas habilidades profisionais?

4 – Atribuições: A função de um instrutor e instruir, ensinar. Se além de planejar, preparar e dar aulas, e avaliar o desempenho de seus alunos - atividades excessivamente cansativas - o instrutor precisar cobrar mensalidades, captar alunos, fazer marketing, comprar material de expediente, etc., não lhe restará tempo suficiente para desempenhar suas funções a contento, concorda?

5 – Instalações: Embora o aprendizado possa ocorrer nos locais mais diversos possíveis a experiência ensina que confortavelmente acomodado em um local que propicie concentração o aluno rende mais. Salvo em situações específicas e esporádicas, não será nada fácil aprender em locais barulhentos, com circulação de pessoas, telefones tocando, gente conversando ao redor, possíveis interrupções por colegas ou conhecidos, mesas e cadeira inadequadas, falta de equipamentos. Acredito que ninguém duvide de que praças de alimentação, cafés, confeitarias, etc. são mais apropriados para outras finalidades, não e mesmo? Certamente aprende-se mais e melhor em locais destinados ao estudo e aprendizagem.

6 - Duração do curso: A gente sabe que mágica não existe e, mesmo quando a gente jura que viu o que o mágico nos apresentou, tudo não passou de mera ilusão. Há pessoas geniais é verdade - Mozart já era um exímio pianista aos 5 anos, mas de quantos outros você tem conhecimento? Se você não é gênio e alguém lhe disser que com duas a três horas por semana e dois ou até três meses de férias por ano, em um ou dois anos, você estará falando fluentemente um novo idioma, você acredita? Estatísticas mostram que, para atingir um bom nível de fluência em um idoma estrangeiro um brasileiro mediano precisa, normalmente, de 500 a 600 horas aula. Considerando-se a carga horária semanal e regime de férias acima, quais das alternativa abaixo mais se aproxima do tempo necessário para se obter fluência efetiva? Assinale sua opção e ligue-nos para conferir a resposta.

a) 18 meses (1 ano e 6 meses)?

b) 7 a 8 anos?

c) 4 a 5 anos?

d) 24 meses (2 anos)?

e) 24 horas?

7 - Tamanhos dos grupos: Um idioma, quanto mais você fala e ouve, mais fluência você adquire. Grupos pequenos favorecem um melhor entrosamento e interação aluno-aluno e aluno-instrutor, facilitam a intercomunicação entre todos e dá mais oportunidades a todos para se expressarem e participarem das dinâmicas do grupo. Grupos com muitos alunos, obviamente, maximizarão os ganhos da escola, mas será que maximizarão seu aprendizado?

8 - Preços. Bem, é natural procurarmos os preços mais baixos, mas quando os preços estão muito abaixo da média do mercado, é comum sofremos com baixa qualidade. Muito acima, terminamos pagando mais do que precisariámos. Mas este é um outro assunto. Para concluir, se você quiser saber como comparar preços de diferentes escolas com segurança, clique aqui e leia uma outra postagem na qual tratamos de preços.


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